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OMS garante apoio ao Parlamento sobre convenção de Controlo do Tabaco

Terça-feira, 18.09.12

 

O director da Organização Mundial da Saúde (OMS) para África, Luís Sambo, garantiu esta segunda-feira "o máximo de informação" necessária para que o parlamento moçambicano ratifique a Convenção Quadro para o Controlo do Tabaco "com base nos conhecimentos científicos", avança a agência Lusa.


A garantia foi dada à presidente da Assembleia da República de Moçambique, Verónica Macamo, durante um encontro durante o qual os responsáveis abordaram questões ligadas a última fase da ratificação do Pacto das Nações Unidas sobre o tabaco.

 

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OS MALES DO FUMO PARA A BOCA E OS DENTES

Sexta-feira, 08.04.11

O cigarro provoca problemas estéticos e sistêmicos. Quem fuma tem dificuldade de cicatrização e os ferimentos na boca podem acabar evoluindo para doenças mais graves.

 

 

“Os problemas bucais mais significativos relacionados ao uso do tabaco são o aparecimento do câncer de boca, prejuízos na cicatrização e o aumento da severidade e da extensão da doença periodontal”, alertou a cirurgiã-dentista Daliana Queiroga.

E é este o principal alerta que os cirurgiões-dentistas fazem: o risco de câncer de boca é cada vez maior entre os fumantes.

“Noventa por cento dos indivíduos que têm câncer de boca, com certeza, são fumantes. No tabaco existem mais de 4 mil substâncias, sendo 60 delas comprovadamente responsáveis pelo aparecimento do câncer bucal e isso se agrava quando existe a associação do fumo com o álcool”, enfatizou a dentista.
Quem escapa das doenças, não escapa dos prejuízos estéticos na boca. Dentes manchados e mau hálito provocam constrangimentos. Muitos recursos utilizados no consultório para os fumantes não causam efeito.

“O que a gente indica para remover as manchas causadas pelo fumo constante seria o tratamento periodontal, a profilaxia, o jato de bicarbonato e o próprio clareamento. Mas, para os fumantes, isso não faz efeito porque, com certeza, essas manchas voltarão”, disse Daliana Queiroga.

O fumante, obrigatoriamente, precisa de mais cuidados.

“Os cuidados específicos para os fumantes seriam a ida periódica ao consultório do seu cirurgião-dentista e o controle com sua higiene oral”, indicou a dentista.

Quem ainda insiste fumar, atenção às orientações.

“Além da higiene oral, que deve ser aumentada, e as visitas periódicas ao cirurgião-dentista, é importante também a realização do auto-exame de boca para avaliar a presença de manchas, de nódulos, de alguma lesão que possa ser diagnosticada ainda em fase precoce”, recomendou Daliana Queiroga.

Fonte: Unimed

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Tabaco e Odontologia

Sábado, 24.04.10

O vício do tabagismo além de afetar o sistema cardio-respiratório, tem grande influência sobre a saúde bucal.

O fumo pertence aos mais importantes fatores de risco das doenças periodontais. Tem sido relatado que as doenças periodontais em aproximadamente metade de todas as pessoas entre 19 e 30 anos de idade e em cerca de 1/3 dos indivíduos entre 31 e 40 anos está associada ao fumo. Um argumento forte para se abandonar o fumo seria que as chances de ter doenças periodontais são menores nos ex-fumantes do que nos atuais. Contudo, os ex-fumantes dobraram a probabilidade de ter doenças periodontais, em comparação com aqueles que nunca fumaram.

A probabilidade de ter doenças periodontais aumenta de acordo com o número de cigarros consumidos. De fato, existe uma relação positiva linear entre aumento de quantidade de fumo e aumento dos níveis de perda de inserção periodontal.

Ainda mais perturbador é o fato de que o risco de perda óssea alveolar para os fumantes inveterados é sete vezes maior do que para aqueles que nunca fumaram. Além do mais, a perda óssea está ligada às doenças periodontais.

A relação entre o fracasso dos implantes e o fumo se encontra no fato de que a baixa densidade óssea pode ser observada com maior freqüência nos fumantes do que nos não fumantes, indicando que os fumantes podem ter predisposição a qualidade óssea pobre.

Embora os mecanismos pelos quais o fumo influencia a integração do implante não sejam claros, a vasoconstrição sistêmica e o fluxo sangüíneo reduzido foram fatores observados nos fumantes. A vascularização diminuída do osso provavelmente será o componente predominante que levará ao fracasso dos implantes em fumantes. Este fenômeno é reversível após a parada do fumo, fato que melhora o índice de sucesso dos implantes. O índice de sucesso na integração do implante em fumantes pode ser muito melhor com o uso de um protocolo para parar de fumar.

Além dos problemas periodontais e do maior índice de insucesso dos implantes em fumantes, o fumo gera também um hálito desagradável e manchas nos dentes que enfeiam o sorriso e que só são removidas através da profilaxia no consultório odontológico .


 

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