O Blog do Moçambique sobre Medicina Dentária com informações sobre: Higiene, Educação, Prevenção e Tratamentos Atuais; relacionados a Saúde Bucal de adultos e crianças. criado em 09/03/2010

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"A sua Saúde Bucal está integralmente ligada com a sua Saúde Geral"

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23
Mar 12
Por Equipa OG, às 17:17 | comentar |  O que é? |  O que é? | Adicione aos favoritos

Prótese infantil: cuidados e indicações



Entrevista com a Profª Dra. Helenice Biancalana


Engana-se quem pensa que apenas adultos necessitam de próteses dentárias. Em alguns casos, crianças também precisam. Muitas vezes, as avulsões ocorrem por traumas, má higienização, alimentação com excesso de açúcar e carboidratos, entre outros desequilíbrios. Esses hábitos são agressivos e provocam doenças que agem rapidamente causando grandes destruições coronárias, atingindo grupos dentários e, por conta disso, a criança pode ter uma perda precoce, mutilando sua oclusão em uma das fases mais importantes de crescimento e de desenvolvimento.

Helenice Biancalana, cirurgiã-dentista, odontopediatra e diretora do Departamento de Prevenção da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD), explica as consequências que esse tipo de avulsão dentária pode causar nos pacientes. "Essas perdas causam problemas na fonação, deglutição, mastigação, entre outras funções que comprometem o equilíbrio facial. Além disso, também atinge a autoestima da criança e sua relação com o meio social".

O diagnóstico e o planejamento são multiprofissionais, onde o programa de Educação e orientação à criança e à família para reeducação alimentar e higienização bucal adequada é de fundamental importância para o sucesso do tratamento.

Atualmente, há diversos recursos que podem ser utilizados para evitar esses problemas: coroas unitárias (pré-fabricadas de aço inoxidável para molares decíduos); coroas de aço (com a função de mantenedor de espaços, feitas de policarbonato para dentes anteriores, quando a estética é imprescindível); coroa estética com núcleo, onlay de resina, prótese fixa com cursos para a região anterossuperior (utilizada na perda precoce de incisivos); prótese removível (com função de mantenedor de espaço estético-funcional); e prótese total.

O tratamento

O tratamento se inicia desde a primeira consulta ao odontopediatra. Lá, o responsável pela criança recebe as orientações e as condutas que poderão ser realizadas pelo odontopediatra. "Para se estabelecer o diagnóstico, além da anamnese criteriosa, os exames clínico e radiográfico são imperiosos. Vale ressaltar que na Odontopediatria, o profissional é um especialista de muitas outras subespecialidades, como a Psicologia, a Endodontia, a Dentística etc.", completa a Dra. Biancalana.

"Tratar de crianças requer conhecimento técnico-científico das áreas clínicas inerentes à Odontologia, assim como um estudo sobre seu comportamento e meio de convivência para melhor interação com o paciente durante todo o tratamento. Diante do exposto, o tempo de tratamento dependerá muito das lesões encontradas, mas, por outro lado, o planejamento, a organização, e a presença da equipe auxiliar são ações indispensáveis para a agilidade nos procedimentos", explica a doutora.

Após o diagnóstico e o planejamento do tratamento, o protocolo inicia-se desde a primeira consulta. "É importante dar orientações à família sobre a importância da higienização oral, equilíbrio da dieta alimentar e adequação do meio bucal com os procedimentos estabelecidos individualmente para cada caso - que muitas vezes envolvem exodontias, remoção do tecido cariado, inserção com ionômero de vidro, e endodontias - se necessários. Após a recuperação da saúde bucal da criança, inicia-se a fase restauradora e protética, mas é de bom tom lembrar que a sequencia pode ser alterada de acordo com a necessidade", comenta.

As próteses

Boa parte dos tipos de próteses em Odontopediatria é pertinente aos dentes decíduos, que são elementos temporários e exercem todas as funções para uma vida saudável. "A prótese deve obedecer a critérios e requisições, pois a criança é um ser humano em crescimento e desenvolvimento e em constante mudança. A instalação da dentição decídua tem início aos seis meses de idade e se completa por volta dos trinta meses. Especialmente nesse período, os pais são responsáveis e devem ser vigilantes, juntamente com o auxílio do cirurgião-dentista especializado, de todas as mudanças que acontecem neste ciclo de vida", explica a Dra. Biancalana.

As próteses devem estar bem ajustadas ao preparo protético. Além disso, devem ser de fácil higienização, não interferirem na fonação e posicionamento lingual quando forem removíveis e, assim como a prótese total, devem ser controladas, ajustadas e adaptadas pelo odontopediatra e pelos profissionais de Ortopedia Funcional dos Maxilares para o acompanhamento do crescimento e do desenvolvimento craniofacial do paciente.

Em relação à higienização oral - e também dos aparelhos protéticos removíveis estético/funcionais -, o procedimento é específico para cada faixa etária, de acordo com a sua habilidade motora. Assim, os pais devem se responsabilizar pela atenção, colaboração e vigilância dessa atividade, principalmente após as refeições. "O uso de aparelhos removíveis requer disciplina para não haver perda do aparato e transtorno para a família. Regras devem ser estabelecidas para se atingir o objetivo da reabilitação oral.", finaliza.


24
Jan 12
Por Equipa OG, às 19:39 | comentar |  O que é? |  O que é? | Adicione aos favoritos


Quais os riscos cirurgicos?

Mínimos. A cirurgia é normalmente realizada com anestesia local e é muito menos traumática do que outros procedimentos cirúrgicos odontológicos, como a remoção de dentes inclusos. O pós-operatório é muito bom e a maioria dos pacientes não relata qualquer incomodo maior. Existe, porém, um certo risco inerente a qualquer intervenção cirúrgica - como infecção pós-operatória, edema demasiado e alguns outros, mas em índices muito baixos e que não contra-indicam a técnica.

Porque ocorrem falhas?

A maioria porque o caso não é exatamente indicado para implantes. Tentar a colocação de implantes em casos não favoráveis deve ser uma opção consciente do profissional e do paciente, após a avaliação de todas as alternativas. Algumas falhas porém, ocorrem em casos aparentemente muito favoráveis e é praticamente impossível saber a causa real.

Quanto tempo dura um implante?

Pode-se afirmar que em 95% dos casos, se os implantes não foram perdidos nos dois primeiros anos de uso, durarão por grande parte da vida do paciente.

Quanto tempo dura uma cirurgia de implante?

Normalmente não passa de uma a duas horas. Em casos excepcionais este tempo pode ser dilatado.

Qual a chance de um implante dar certo?

Estudos de longa duração demonstraram que certos tipos de implantes apresentam taxas de sucesso acima de 90% nos implantes colocados e taxas superiores a 97% de sucesso das próteses (porque a perda de um implante não significa necessariamente a perda da prótese, pois está apoiada em outros implantes). Este índice de sucesso porém, é médio, e não vale igualmente para todas as regiões da boca. Os índices de falha em desdentados totais inferiores é próximo a 0% (zero por cento) e na região posterior da maxila, com osso pouco denso e após a colocação de implantes curtos (devido aos seios maxilares), a taxa pode chegar a 33%.

fonte:http://www.implantesorais.com.br


17
Jan 12
Por Equipa OG, às 19:28 | comentar |  O que é? |  O que é? | Adicione aos favoritos


Autor: C.D. Aldo Angelim Dias, cirurgião-dentista, especialista
em endodontia e ex-professor substituto de endodontia

1.Explique ao paciente o que é tratar seus canais dentários. Muitos pacientes têm idéias diversas sobre o assunto. Conhecer o que se vai fazer durante um tratamento endodôntico diminui em muito a ansiedade e o medo do seu cliente.

 

2.Não tente fazer o exame clínico completo se o paciente chega até você durante uma crise aguda de origem endodôntica, seja ela uma pulpite ou um abscesso. Tente resolver o mais rápido possível e confortar o paciente durante essa fase. Em uma outra sessão, com mais calma e sem dor, realize um exame mais minucioso.

 

3.Lembre-se que nas biopulpectomias (polpa viva e inflamada), você poderá realizar o tratamento em apenas uma sessão. Mas, há controvérsia sobre o número de sessões nas necropulpectomias (polpa necrosada e/ou infectada). A maioria dos autores prefere usar um curativo de demora entre duas ou três sessões.

 

4.Facilite o trabalho do colega protesista se o dente com canal tratado terá que ser submetido à prótese fixa. Remova uma quantidade correta de gutapercha para a colocação do pino metálico.

 

5.Nos casos de insucesso do tratamento endodôntico realizado, opte em primeiro lugar pelo retratamento. A cirurgia paraendodôntica é bem mais radical e só poderá ser realizada por cirurgião-dentista com conhecimentos teórico e prático suficientes e quando por outras razões o retratamento não for indicado, como no caso de dente com pinos muito calibrosos, em que poderia ser perigoso retirá-los por poderem ocasionar fratura da raiz.

 

6.A medicação após o tratamento endodôntico será necessária nos casos agudos com dor presente. Opte por antiinflamatórios seletivos para inibição da COX2, por serem mais eficazes e com menos efeitos indesejáveis.

 

7.Se o paciente possui um elemento dentário com canal tratado mas exposto ao meio bucal por mais de três meses, opte por retratá-lo, antes de ser realizada a reabilitação protética.

 

8.Seus instrumentos endodônticos, como limas, não são para a vida inteira. Eles têm uma vida útil que após determinado período podem perder sua eficácia de corte e limagem. Em média, uma lima deverá ser usada, por no máximo, oito a dez casos clínicos.

 

9.Oriente o paciente sobre os cuidados que ele deverá ter a partir do momento que você finalizou o tratamento endodôntico.Explique que o dente com canal tratado fica desidratado e por isso mais frágil podendo fraturar-se com uma facilidade maior que os outros dentes vitais.

 

10.Guarde todas as radiografias do tratamento endodôntico realizado para posteriores avaliações. Chame o paciente em períodos de 6 meses, 1 ano e 2 anos. Nos casos de cirurgia paraendodôntica, o retorno inicial deve ser aos 3 meses obedecendo após esse período as fases de 6 meses, 1 e 2 anos.


10
Jan 12
Por Equipa OG, às 18:53 | comentar |  O que é? |  O que é? | Adicione aos favoritos

A criança que apresenta dificuldade em respirar pelo nariz é forçada a respirar pela boca.Esta dificuldade de passagem de ar pelas narinas pode ser devido a quatro fatores:

 

1-Amigdalite-inflamação nas amígdalas. As amígdalas inflamadas aumentam de volume e seu volume eleva o palato mole e fecha a passagem de ar na região posterior da cavidade nasal;

 

2- Adenóide.Um crescimento acentuado da adenóide está situado na região posterior da cavidadenasal.Seu volume fecha a passagem de ar na região posterior da cavidade nasal;

 

3- Rinites.Alergias a poeira e poluentes que levaria á grande produção de mucoseração nasal e consequentemente, entupimento do nariz;

 

 

4- Pólipos.São porções localizadas na cavidade nasal que aumentam o volume e dificultam a passagem do ar pelo nariz.O Respirador Bucal é obrigado a posicionar a língua para a frente e para baixo a fim de abrir uma passagem de ar para os pulmões.Uma criança em fase de crescimento, com a língua posicionada incorretamente na boca, forçará a arcada inferior a  desenvolver-se mais para frente, acarretando um disturbio no crescimento ósseo, no qual, em muitos casos, a criança pode transformar-se em perfil classe III(queixo alongado), isto é , o crescimento ósseo está direcionado para a frente devido a força da língua. Pode-se também apresentar um outro quadro diferente , bastante comum. Com a grande frequência da boca aberta, a musculatura da bochecha forçara a estrutura óssea do maxilar superior a ter um direcionamento de crescimento ósseo para baixo,acarretando no indivíduo um rosto alongado com dentes centrais jogados para fora dos lábios ,ficando os dentes ressecados durante a respiração. É muito comum encontrarmos crianças respiradoras Bucal, com perfil bicudo, que além de tal alteração do crescimento da estrutura óssea , também pode ser observado um posicionamento da coluna vertebral arqueada para a frente o que leva a criança a ficar frequentemente olhando para baixo.

 

A Respiração bucal altera o direcionamento do crescimento facial que pode ser evitado com cirurgias de prevenções, remoções das amígdalas ,das adenóides ,dos pólipos e quando se trata das renites alérgicas fica mais complicado e o certo é procurar um alergista. O adulto quando não corrige em criança a Respiração Bucal,sofre certas consequências ;quando dorme ,ronca muito. Em certos casos ,além de roncar, apresenta a síndrome da dispnéia do sono, que atinge a 70% dos roncopatas, sendo que roncar, interfere na qualidade de vida , pois quem ronca demasiadamente pode ter mal sono, associado de apnéia(suspensão passageira da respiração ). Uma criança que ronca pode apresentar apnéia do sono . Assim a qualidade do sono não atinge ao estágio 3 e 4, o que resulta em bloqueio da liberação do hormônio do crescimento , tornando uma criança pouco desenvolvida. 


03
Jan 12
Por Equipa OG, às 18:38 | comentar |  O que é? |  O que é? | Adicione aos favoritos



Relação Cêntrica

É uma condição fisiológica reproduzível, que independe do contato dental e é de extrema importância no diagnóstico dos problemas oclusais. A posição que os côndilos ocupam fica sendo secundária, dada a importância que esta posição tem não só no diagnóstico dos problemas oclusais como também no planejamento dos trabalhos restauradores.Existem básicamente duas técnicas para manipulação da mandíbula em relação cêntrica:

1) Frontal :

Paciente na posição horizontal com a cabeça para trás, para evitar a ação muscular com a boca aberta no máximo 1 cm. O polegar direito é colocado na região cervical dos incisivos inferiores, enquanto os outros três dedos firmam o mento. No arco superior, o polegar e o indicador da mão esquerda apóiam-se na região cervical dos caninos, com leve pressão e, com movimentos oscilatórios, manipula-se delicadamente a mandíbula para RC, até a observação do primeiro contato.

 



Técnica frontal de manipulação em
relação cêntrica



2) Bilateral :

Paciente colocado numa posição reclinada na cadeira e deve ficar o mais relaxado possível. A cabeça é posicionada entre os braços e o peito do operador para oferecer estabilidade. Os polegares são postos sobre o queixo e os demais dedos suportam o corpo da mandíbula. Com leve pressão dos polegares para baixo e pressão dos dedos para cima, a mandíbula é delicadamente manipulada com pequenos movimentos oscilatórios, para a posição de relaxamento cêntrica. O paciente relaxado, vai fechando a boca até que o contato inicial seja sentido.

 



Técnica bilateral de Manipulação
em relação cêntrica

 


Máxima Intercuspidação Habitual

Representa a posição mais fechada entre a mandíbula e a maxila quando os dentes estão presentes, estando os côndilos fora da RC. É uma posição mutável que pode ser alterada por qualquer interferência oclusal, seja en cêntrica ou na própria habitual.

 




Paciente em posiçào de máxima
intercuspidação habitual

 



Paciente manipulado para posição
de relação cêntrica



Relação de Oclusão Cêntrica

É a posição maxilo-mandibular em que a relação cêntrica é coincidente com a máxima intercuspidação habitual.


Dimensão Vertical


Perda da dimensão vertical
de oclusão ( bruxismo )



É a distância entre os pontos localizados na face superior e inferior ex: da ponta do nariz à ponta do mento; quando os dentes estão ocluídos ( Dimensão Vertical de Oclusão ); quando os músculos estão em repouso ( Dimensão Vertical de Repouso) .

 


29
Nov 11
Por Equipa OG, às 00:01 | comentar |  O que é? |  O que é? | Adicione aos favoritos



Existem alguns motivos que justificam a possível falha da anestesia:

A – Idiossincrasia: é a variação individual de cada cliente. Cada um responde de uma maneira diferente. A quantidade de anestésico pode ser suficiente para um e para o outro não;


B – Variações anatômicas: Cada indivíduo apresenta uma estrutura óssea diferente. Tais diferenças podem ocasionar modificações nas posições dos locais mais “comuns” das inervações.

Um exemplo disso é a posição do forame (orifício) mandibular, por onde entra o nervo alveolar (dentário) inferior. Em uma criança, este forame situa-se um pouco mais baixo, devido à inclinação do ramo mandibular na criança. Neste caso, a agulha deve ser inclinada um pouco mais para baixo para sucesso da técnica;

C – Qualidade óssea: Um osso mais poroso tende a absorver melhor a anestésico, ocorrendo o contrário com um osso mais denso;

D – Inervação cruzada e acessória: Uma determinada região pode estar recebendo ramos nervosos da área do lado oposto, sendo necessário complementar a anestesia no lado oposto ou a região adjacente;

E – Variações patológicas: Alterações no desenvolvimento dos maxilares (explicado no item B) e inflamações e/ou infecções no local;


F – Relacionado com o material: tipo de material, validade do material e uso de vasoconstrictor na composição.

fonte: http://drwilsoncorreia.blogspot.com


27
Nov 11
Por Equipa OG, às 00:01 | comentar |  O que é? |  O que é? | Adicione aos favoritos




- O que é anestesia? É o ato de suprimir os estímulos dolorosos através de um medicamento anestésico.

- Qualquer pessoa pode tomar anestesia? Antes disso, a pessoa deve responder a um breve questionário de saúde, padronizado pela ASA (Sociedade Americana de Anestesiologia), que determina o risco anestésico e cirúrgico. Com base em suas respostas, o profissional terá condições de informar se ela está apta a submeter-se a tratamento odontológico com anestesia. Mas, para seu conforto, já lhe adianto que esse procedimento é muito seguro e que a variedade de medicamentos disponíveis proporciona muita segurança.

- Existe contra-indicação? Sim, e elas podem estar relacionadas ao agente anestésico ou ao vasoconstritor. Com relação ao vasoconstritor, os pacientes com pressão alta não tratada ou não controlada, hipertireoidismo, feocromocitoma, sensibilidade aos adultos e usuários de antidepressivos triciclos, compostos fenotiazínicos, cocaína e "crack", têm limitações no uso de anestésicos.

- Uma pessoa com 70 anos também pode tomar anestesia? Com o passar da idade, muitas alterações podem aparecer, as quais podem contra-indicar ou não o procedimento. Como foi explicado no item acima, se o paciente apresentar algumas dessas alterações, o uso do anestésico pode estar temporariamente contra-indicado. Nesse caso, ele é encaminhado ao profissional médico habilitado, e após a sua liberação, o procedimento de anestesia é realizado.

- Gestantes podem tomar anestesia? Sim, o estado de gravidez não contra-indica o procedimento anestésico. Porém, se for possível, é mais aconselhável o uso de anestesia entre o terceiro e o sexto mês de gestação.

- Quais são os tipos de anestesia? De uma maneira bem abrangente, a anestesia pode ser local ou geral. A anestesia local é administrada pelo cirurgião-dentista do próprio consultório. A geral deve ser feita pelo médico anestesista em hospital ou clínicas apropriadas.

- O que é sedação consciente? É um procedimento realizado pelo cirurgião-dentista e pelo médico anestesista, a fim de proporcionar maior conforto ao paciente, em casos de pacientes ansiosos ou com medo de ir ao dentista. Esse procedimento é realizado combinando-se a ação do anestesista (através de medicamentos relaxantes) com a do cirurgião-dentista (por meio de anestésicos locais), proporcionando conforto e eficiência anestésica em grandes procedimentos ambulatoriais.

- Por que, às vezes, a anestesia demora mais para passar? Provavelmente devido ao tipo de tratamento realizado. O profissional irá escolher o tipo de técnica, a quantidade e o medicamento. Nesse caso, quando o procedimento é simples, geralmente a anestesia passa rapidamente, ao contrário do que acontece em procedimentos longos, nos quais o profissional necessita de maior quantidade de anestésico.

- Qual é a quantidade máxima de anestésico que se pode tomar? Geralmente, os medicamentos são feitos para, em média, serem administrados 10 tubetes de anestésico em dose de segurança. Deve-se lembrar que o medicamento é composto pelo agente anestésico e pelo vasoconstritor. Em alguns casos em que está contra-indicado ou restrito o uso do vasoconstritor, a quantidade deve ser diminuída.

- Como eu posso tomar uma anestesia sem dor? Quando se pensa em anestesia, a primeira lembrança é o desconforto devido à picada da agulha, mas isso não mais ocorre. Hoje, com os cuidados pré-anestésicos que envolvem desde a utilização de medicamentos tranqüilizantes até o uso de anestésicos tópicos fortes, o incômodo do procedimento de anestesia diminuiu muito, chegando a não ser notado, dependendo da relação de confiança entre o paciente e o profissional.

- Existe algum aparelho que aplique a anestesia para proporcionar conforto? Sim. O conforto durante a anestesia é estabelecido quando uma pequena quantidade de anestésico é injetada continuamente por um maior período de tempo. Um aparelho dotado de microprocessador pode injetar a anestesia de forma lenta e contínua, diminuindo o desconforto do procedimento de anestesia.


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